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MensagemEnviado: 02 Out 2013, 18:50 
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Eae galeraa blzz ??

Fui fazer o reparo do TPS ( SENSOR HIBRIDO) e a mula aqui conseguio pisar em cima da pecinha e quebrar o pininho que ela tem! Alguem sabe dizer se eu colar essa pecinha com araldite da certo ? . Segue abaixo a foto para saber exatamente onde quebrou. Ambos os lugares são plasticos para colar. Parece que esse pino é reforçado com dois ferrinho no meio dele, pq a superficie da peça onde quebrou ficou aparecendo esses dois ferrinhos. Vi para comprar na CC e eles só vendem a injeção completa por mizeros R$ 1600.

Imagem :?: :?:

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MensagemEnviado: 02 Out 2013, 19:10 
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Posso estar errado, mas o "pininho" é o sensor de temperatura da admissão.

Tentou funcionar com a peça quebrada?

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Felipe - T250 12/12 Azul
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MensagemEnviado: 02 Out 2013, 19:18 
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Nem tentei funcionar com a peça quebrada, a principio tentei colar ela. Só que acredito que mesmo colando com araldite não vai ficar legal. Nesse pininho encaixa aquela ''borrachinha'' redonda para o reparo do tps, na foto mostra a cavidade onde fica a borracha. Se caso esse pininho for esse sensor de temperatura de admissão, o acontece caso a moto funcione sem ele ? Não entendo muito bem em relação a isso. E tentar ligar a moto sem esse pino pode ocasionar algum problema na injeção ?

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MensagemEnviado: 02 Out 2013, 19:23 
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Dei uma pesquisada e vi que a peça é difícil de encontrar.

Considerando a dificuldade, sugiro que tente soldar os condutores no local, observando que terá que debastar o plastico para conseguir enxergar os fios.
Após soldar, recomponha o plastico debastado com o araldite, atentando para deixar a cavidade da borracha, ou no ruim de tudo, passa o araldite e poe a borracha junto.

Se puder postar uma foto do estrago, talvez possa te ajudar melhor.

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MensagemEnviado: 02 Out 2013, 19:32 
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A essa altura do campeonato você não deve querer ler nada e sim resolver o problema, mas vou aproveitar o tópico e mandar um texto sobre esse sensor:

Texto: Paulo José de Sousa
Duas Rodas
Parte 1 - Conhecendo o sensor híbrido
"As novas tecnologias nas motocicletas de baixa cilindrada têm trazido novidades e desafios. Por isso, compreender o que é um sensor híbrido é necessário e relativamente fácil, porém dominar o conhecimento do funcionamento de cada componente que compõe o sensor é de fundamental importância para a solução de problemas.

Nesta primeira parte da reportagem vamos mostrar o que é um sensor híbrido, como ele funciona e apresentar a tabela de códigos de piscadas. Na segunda parte da reportagem traremos o estudo da densidade da velocidade, com gráficos e dicas de manutenção.

que é?

O sensor híbrido está instalado no corpo de borboleta de aceleração e é composto de três sensores: sensor de posição da borboleta de aceleração conhecido como TPS (Throtthe Position System), que é um potenciômetro onde a parte móvel é acionada pelo eixo da borboleta sensor de temperatura do ar da admissão e sensor da pressão do ar da admissão, que mede a pressão absoluta no coletor de admissão.

Montar os três sensores em uma peça única foi a solução que o fabricante encontrou para simplificar e otimizar o espaço, visto que nas motocicletas ele é reduzido, algo bem diferente de um automóvel.

O sistema de injeção eletrônica das motocicletas Yamaha de 250 cc é até relativamente simples quando comparado às motocicletas de grande porte, mas a perfeita compreensão desta tecnologia é essencial para quem pretende seguir carreira na área de reparação em duas rodas.



Auto diagnóstico

Para o correto funcionamento do motor em todas as rotações, garantindo a máxima potência com o mínimo consumo de combustível e proporcionando a menor emissão de poluentes, é necessário que o sistema de injeção eletrônica esteja em perfeito estado e a tensão da bateria esteja no mínimo com 12,8v.

A ECU que representa o cérebro do sistema de injeção eletrônica está monitorando o funcionamento geral do motor através dos sensores espalhados em locais específicos da motocicleta, e todas as decisões são tomadas em função dos sinais recebidos dos sensores.

Com as informações da pressão do ar de admissão, temperatura do ar da admissão e posição da borboleta do acelerador e a rotação do motor, a ECU calcula o volume do ar que entra no motor e, com base nestes parâmetros, determina o tempo de injeção de combustível para assegurar uma mistura ar/combustível adequada a todas as solicitações impostas à motocicleta.

Caso falte um sensor, a ECU adota um plano de emergência para que a motocicleta funcione da melhor maneira possível e o usuário possa perceber a pane através da luz de alerta e recorrer à oficina mais próxima (veja tabela abaixo). As estratégias da ECU foram programadas de forma que cada sinal recebido de um sensor corresponda a um valor de tensão.

A falta do sinal de entrada ou a recepção de um sinal distorcido faz com que o auto diagnóstico da ECU perceba e conclua a possível pane e determine o sinal para que uma luz de alerta de injeção eletrônica gere piscadas que são convertidas em códigos de anomalia a luz amarela (led) localizada no painel da moto.

Para um sinal luminoso de longa duração o código corresponde a 10 e para um sinal de curta duração o código corresponde a 1.

Sempre que houver uma pane ou mais, os códigos dos defeitos ficam registrados na ECU e podem ser exibidos em ordem crescente através da luz de alerta ou da ferramenta de diagnósticos "scanner", sempre que o motor estiver desligado.

E, após a solução do problema, os códigos ficam armazenados no histórico de falhas da ECU e podem ser visualizados com o auxílio de uma ferramenta de diagnósticos. É importante que os códigos de defeitos gravados na memórias sejam removidos a fim de assegurar o perfeito funcionamento do sistema.

Ao pressionar o botão de partida pode ocorrer um sinal de alerta através da luz de anomalia para informar ao condutor que o sistema de injeção eletrônica está com alguma pane e a motocicleta não irá funcionar."


Fotos copiadas do Highlanders
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MensagemEnviado: 02 Out 2013, 20:02 
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Realmente a peça é dificil mesmo de ser encontrada ;/ Excelente ideia de soldar os fios e debastar o plastico para efetuar a solda. Acredito que eu irei fazer isso. Como eu não entendo nada disso, em uma auto eletrica o pessoal poderia fazer isso pra mim né? . Para debastar o plastico, você tem ideia de uma maneira de como fazer isso ? Tem que tomar todo cuidado possivel para não estragar o resto da peça né. Interessante o texo que você copio, deu para entender que somente depois que eu soldar os fios a peça irar funcionar normalmente. Então se a caso eu tente ligar a moto sem soldar os fios do sensor já vai aparecer algum erro na injeção. Mais que merda viu, maldita hora que fui pisar nessa peça!! Amanha cedo irei postar a foto do estrago, agra to no trabalho e não tem como eu tirar a foto pq está em casa .

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MensagemEnviado: 02 Out 2013, 20:11 
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Acende uma vela para ele te iluminar

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Com lima, micro retifica e paciência vc chega lá.

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MensagemEnviado: 02 Out 2013, 21:26 
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ééée´!! Complicado isso viuu!! Tem um cara no mercado livre vendendo uma usada por uns R$ 100,00 . Agra resta saber se está boa a peça né

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MensagemEnviado: 02 Out 2013, 21:35 
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Antes do estado, procure saber a procedência.

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MensagemEnviado: 02 Out 2013, 21:47 
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È esse cara aqui : http://produto.mercadolivre.com.br/MLB- ... iginal-_JM . Na foto está extremamente sujo, agora o dificil vai saber a verdadeira procedencia dessa peça né. Acho que ainda vou tentar pedir uma peça dessa na CC , imagina, todas injeções que eles trocam, é impossivel dar problema em todas as peças, geralmente sobra sempre uma peça funcionando. Alguma usada eu devo achar. Agra resta saber a boa vontade da Yamaha de vender somente o sensor sabendo que pode faturar a injeção inteira.

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